Uma oportunidade unica: MEJ

Você sabe o que estava acontecendo na década de 60?

Na França, o cenário era de inúmeras manifestações político-culturais e de crise estudantil.

No Brasil, foi um período de censura e repressão, símbolo de um dos maiores ataques à cidadania brasileira. Sabe do que estou falando, certo? A década do início da ditadura militar.

Período o qual a juventude fez ecoar sua voz no mundo, possibilitado pelo inconformismo! Os jovens, que estavam sendo reprimidos por terem valores e práticas opostos aos dos governantes, se fizeram presentes nas ruas – através de manifestações, que eram compostas predominantemente por estudantes.

Ficou curioso do porquê contextualizamos o período?

É justamente neste contexto, na década de 60, que na Escola Superior de Ciências Econômicas e Comerciais, na França, onde nasceu o Movimento Empresa Júnior (MEJ).

Falar do contexto em que nasceu a primeira iniciativa do movimento nos conecta e justifica o porquê do que fazemos hoje. Um ciclo de pessoas se ingressando no Movimento Empresa Júnior e acreditando no potencial dele, fez com que hoje exista o maior movimento estudantil organizado do mundo. 

Agora que você já sabe o contexto de como surgimos – resposta ao sistema extremamente sucateado e esquecido do âmbito francês; te pergunto:

Como tudo isso se aplica ao contexto atual?

Pontos da educação atual nos distanciam de uma educação futura ideal e igualitária. Infelizmente, o Brasil encontra-se em uma severa crise política, econômica – com muitos casos de corrupção e sistema educacional em pleno sucateamento.

O MEJ, através da motivação que os empresários juniores possuem, querem ver o cenário melhorar e depositam cada dia mais esperança e esforço na transformação do Brasil.

Quando falamos sobre isso, surge a inquietação se o que fazemos através do nosso trabalho é significativo o suficiente para solucionar os problemas do país.

Neste texto, trago a vocês o início da compreensão sobre o significado da frase “Ser júnior agora, para ser gigante sempre”.

O impacto da transformação que passamos ao ingressar no MEJ é a razão de estarmos aqui hoje – buscando ao máximo gerar microrrevoluções. Entre elas, temos impacto no mercado, entregando à sociedade diariamente o que é aprendido no meio acadêmico e fora dele.

O Planejamento Estratégico da Rede (P.E.), iniciado em 2009 e executado em três ciclos trienais, nos deu um direcionamento sobre os resultados e objetivo que o movimento quer alcançar – aprendizado por gestão, aprendizado por projetos e cultura empreendedora.

Caso tenha curiosidade, acesse o TCC do Diego Calegari Feldhaus, o responsável pela elaboração do nosso P.E.!

https://docslide.net/documents/planejamento-estrategico-em-rede-criacao-e-aplicacao-de-um-modelo-na-brasil-junior.html

Incrível como o estudo e paixão pelo MEJ podem se unir para algo tão grande e que afeta tanta gente, certo?!

Segundo Calegari, as organizações em 2009 mudavam muito rápido e abruptamente, sendo assim, os modelos rígidos e verticalizados já não atendiam mais o mercado e necessidades de cunhos tecnológico, institucional e econômico.

Diariamente tentamos gerar um ambiente em que a cooperação e o colaborativismo imperam, além de proporcionar experiências importantes para a sua vida pessoal e profissional.

O produto da formação universitária se aprimora, assim, por meio da vivência como empresário júnior. Vivência a qual incentiva o inconformismo às situações do dia-a-dia, fornece suporte para maior conhecimento sobre o empreendedorismo e proporciona oportunidades de desenvolvimento de soft skills.

Durante a trajetória no MEJ, você desenvolverá habilidades que raramente são estimuladas no ambiente da sala de aula e que farão total diferença no seu ser pessoal e profissional. Estas proverão do contato com stakeholders, diferentes realidades e pessoas. As experiências também farão com que aprimore seu lado social – com muita responsabilidade. A exposição às adversidades presentes no movimento provocará o amadurecimento tanto pessoal quanto de mindset.

Assim, transformamos os empresários juniores!

E agora, pensando em tudo que leu, ainda lhe resta dúvidas de que vale a pena continuar no Movimento Empresa Júnior?

Se sim, não esqueça de como o aprendizado é valioso!

“A mente que se abre a uma nova ideia, jamais volta ao seu tamanho original.” (Albert Einstein)

Quando estiver sendo avaliado em um emprego, por exemplo, tenha certeza que tudo que passou dentro do seu tempo no MEJ será útil e será seu diferencial!

O famoso mantra “Mais e melhores projetos” é um grande motor de nosso movimento, pois acreditamos que através da realização deles, estaremos tendo boa parte da vivência empresarial (uns dos nossos maiores objetivos). Além de um maior impacto dentro da sociedade, e um Brasil mais empreendedor.

O impacto é outro fator que nos move, nosso trabalho é sempre voltado para modificar a vida de alguém ou da sociedade -quando prestamos serviço a um cliente temos que ter a ciência da mudança que isso irá causar nele. Além de acreditarmos no impacto social, causado pelo nosso movimento através da oportunidade de disseminar uma maior cultura empreendedora em busca de um Brasil mais competitivo e ético.

Entretanto, o impacto se refere também ao empresário júnior e sua trajetória dentro do movimento. Por meio do aprendizado da cultura empreendedora, gestão, realização de serviços em sua futura área de atuação e de outras setores.

Não podemos esquecer de mencionar o propósito, o grande motor de nosso movimento, onde sonhamos em inovar cada vez mais. Mudar a realidade que estamos inseridos e o que  causa nosso brilho no olho, faz que sejamos cada vez mais inconformados, dessa forma nos tornamos líderes que nosso Brasil necessita.

Momento Pós-Júnior

Para elucidar melhor o tema trouxemos alguns pós juniores e suas trajetórias, com intuito de provar o quanto esse movimento é impactante, e como ele abre portas para o seu futuro.

André Novelino, atual CEO da Traff, Pós-júnior da Acesso, contou que seu curso não tinha um intuito mercadológico e graças ao MEJ ele consegue ser um melhor profissional hoje. Na questão acadêmica ele é bem cético, mas profissionalmente o MEJ o levou para outro patamar, empreender e a se desafiar para ele foi algo que o MEJ o ensinou.

Novelino acrescenta que acredita que dentro do movimento foi capaz de lidar com pessoas, aprendeu a ser um líder melhor, mais empático e muito mais preocupado com o propósito. Com 25 anos, na sua terceira agência, comentou que o MEJ foi fundamental para saber como funciona um negócio, entender suas frentes e como pensar dentro do meio.

Luisa Souza, ex- presidente da João Pinheiro Júnior, destacou que durante a sua passagem pelo movimento ela passou formação diferenciada diferente do que o curso era proposto. Conforme a sua evolução no movimento, ela foi se autoconhecendo e enxergando oportunidades que o movimento oferecia.

“ O MEJ é aquela porta que se abre e faz brilhar os seus olhos, pois é algo maior que você e você quer se juntar a isso. Para mim foi uma das melhores experiências da faculdade [Fundação João Pinheiro] ”, disse Luisa Souza.

Legal os depoimentos, não é mesmo?

O MEJ é uma escola que  forma não só empreendedores mas indivíduos também, que abre oportunidades e portas como nenhuma outra experiência vivida, transforma universitários em líderes. Gigantes já somos, empreendedores também, agora só falta mostrarmos para o mundo nossa capacidade através das microrrevoluções! Vamos juntos?

Ana Gualda

Hugo Rodrigues

Coordenadoria de Conteúdo

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *