3 dicas para fazer valer os últimos três meses de 2017

Aposto que lá no início do ano você fez várias promessas para 2017 e, agora em outubro, começa a bater aquele sentimento de que poderia ter feito mais, não é mesmo? Tem gente que prometeu se exercitar mais, outros queriam ter aprendido a tocar um instrumento, já alguns queriam focar nos estudos.

Mas calma que o ano ainda não acabou! A FEJEMG te ajuda a aproveitar esses últimos três meses com três dicas para dar aquele up no seu currículo e conhecimento profissional. 

1) TED para todo empreendedor se atualizar

 

O TED dissemina ideias que valem a pena ser compartilhadas com o mundo. Como? Através de vídeos de palestras e conferências de estudiosos, empreendedores… Enfim, de pessoas que colocaram em prática uma boa ideia e contam sobre essa experiência de forma clara e inspiradora.

Além de ser um jeito mais leve de se consumir conteúdo relevante, com o TED você fica por dentro das novidades sobre diversos assuntos, estuda e ainda se prepara para conversar com qualquer pessoa de forma muito mais aprofundada.

Quem sabe na sua próxima entrevista de emprego você fala sobre alguma tendência que viu em um TED e demonstra que tem um conhecimento diversificado?

Os vídeos são curtinhos e você pode acompanhar pelo Youtube ou direto pelo aplicativo, que inclui ainda os áudios das palestras, ideal para você ouvir no trânsito.

Então, desafio lançado! Que tal acompanhar um TED por dia até dia 31 de dezembro?

Reprodução: Site Vamos Empreender

Reprodução: Site Vamos Empreender

2) Cursos para todo empreendedor botar para fazer

Como falta pouco para o fim de 2017, afinal você tem só mais três meses para recuperar o tempo perdido, separamos as três principais dores dos empresários juniores e as três respectivas maneiras de solucionar esses gaps.

Negociação, liderança e gestão do tempo: vai me dizer que você domina todas essas três técnicas com maestria e não precisa estudar mais sobre esses assuntos?

A Voitto, empresa de capacitação profissional de Juiz de Fora e parceira da FEJEMG, tem diversos cursos online à disposição. Mas, enquanto você não começa a planejar como serão seus estudos em 2018, te indicamos os treinamentos focados em técnicas de negociação, desenvolvimento de liderança e gestão do tempo e produtividade profissional.

Um tema por mês para você ficar craque até dezembro!guy-2557251__340

3) Livros para todo empreendedor se inspirar

Seja você de qualquer área, alguns princípios e análises são interessantes de serem feitas em todos os ramos de atuação. Por exemplo, empreendedorismo!

Então, aproveite os livros como “Pense Simples”, do Gustavo Caetano, e a trilogia de “Geração de Valor”, do Flávio Augusto da Silva, para se inspirar nesses dois grandes feras do empreendedorismo atual! Com certeza, você irá tirar grandes insights para o seu dia a dia na empresa júnior.

Outro assunto que sempre precisamos aperfeiçoar em nosso cotidiano são os nossos hábitos e como eles influenciam, positiva e negativamente nas nossas tarefas e objetivos, tanto pessoais quanto profissionais. O que você acha que poderia estar fazendo diferente? Não deixe de ler “O poder do Hábito”, de Charles Duhigg.

Como terceiro e último autor para você ler até o final de 2017 (um livro por mês, vai, você consegue) é o reconhecidíssimo Victor Peçanha, fundador da Rock Content, que lançou o “Obrigado pelo Marketing”. Sim, se você é de outra área nada afim com a comunicação, tudo bem, mas você não vai conseguir fugir do marketing digital por muito mais tempo. Sabe por quê? Porque o seu público está cada vez mais online, buscando referências e conhecimento na internet, então você precisa ficar por dentro das tendências do marketing de conteúdo para entender o seu cliente, combinado?

Agora é com você!

Seja mudando de cargo na EJ, começando um novo período na faculdade ou iniciando novos projetos, sabemos que quando um novo ano chega, são muitas as novidades na vida de um empresário júnior!

Por isso, aproveite os últimos três meses de 2017 para fechar o ano com a sensação de dever cumprido! Depois conta para a gente como foi esse processo de aprendizagem, viu?

 

Assessora de Conteúdo

Thaiza Gribel

 

Sua empresa júnior sendo Alto Crescimento até o EMEJ, já pensou?

Faltando um mês para o tão esperado Encontro Mineiro de Empresas Juniores (EMEJ), a FEJEMG vem te propor um desafio: seja Alto Crescimento até o EMEJ!

É isso mesmo que você leu. Daqui a pouco, o ano está no final e você vai começar a pensar que poderia ter feito mais dentro da sua empresa júnior. Que poderia ter levado os trabalhos à um patamar ainda mais além.

Ouça o chamado dessa rede com mais de quatro mil estudantes em todo o estado e saiba tudo sobre como a sua EJ pode ser Alto Crescimento até o EMEJ, dia 20 de outubro!

O que é ser Alto Crescimento?

Se você ainda não faz ideia do que significa ser Alto Crescimento, vem com a gente que te explicamos no caminho. Promete que vai compartilhar esse conhecimento com os seus colegas de EJ?

Uma empresa júnior de Alto Crescimento é assim chamada quando consegue bater as metas de faturamento e número de projetos do seu cluster constantemente, estando cada vez mais próxima de se tornar uma EJ de Alto Impacto. Quem aí não quer alcançar esses resultados incríveis?

Atualmente, são 20 EJs de Alto Crescimento: Campic, No Bugs, Agrobio, Dinâmica, Ejel, Omega, Comp, Preserva, Arq, Civil, Inova, Ace, Campe, Code, Granbery, Porte, ConsultEQ, Emas, Farmacia e Up. E muitas outras estão quase lá, incluindo a sua empresa júnior!

Por que ser Alto Crescimento?

Os objetivos e metas estruturados no Planejamento Estratégico aí da sua EJ são um reflexo de onde você e seus companheiros de time se planejaram para chegar, no mínimo, até o final da gestão.

Alcançar resultados de sucesso deixa qualquer um orgulhoso pelo retorno positivo que o todo o esforço proporcionou.

Bater meta significa que você e seus colegas aprenderam muito, colocaram conhecimento em prática, vivenciaram ainda mais das boas práticas do mercado e estão preparados em relação à gestão, liderança e colaborativismo..

E, claro, se foram entregues mais projetos, mais Micro e Pequenos empresários se beneficiaram com os serviços do MEJ e também alavancarão os seus negócios.

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Como ser Alto Crescimento?

Agora que você já está convencido de que ser Alto Crescimento é o que você e sua empresa júnior precisam, vem a necessidade de se entender, de maneira prática e aplicável, as reais estratégias para conseguir bater meta de faturamento e projetos até o EMEJ.

O Blog da Maré trouxe várias dicas ao longo dos meses com os Cases de Sucesso de EJs que, com muito esforço e comprometimento, se tornaram Alto Crescimento.

Nada melhor do que se espelhar nessas ótimas orientações para atingir os resultados em menos de um mês:

Agora é com você!

Lembre-se de que a Federação está ao seu lado nessa trajetória rumo ao tão sonhado Alto Crescimento! Seja através do suporte do Conselho Administrativo; do apoio do time de Desenvolvimento da FEJEMG; dos eventos como o EMEJ e as Reuniões Imersivas e Presenciais; capacitações e rodas de discussão, citando o Conhecimento para Minas; além de todo o conhecimento disseminado pelos nossos canais de comunicação, por exemplo, pelas postagens aqui no blog e no MaréCast.

Curtindo o EMEJ 17 com a sensação de dever cumprido

O Encontro Mineiro de Empresas Juniores ocorrerá entre os dias 20 e 22 de outubro em Viçosa e você não vai ficar de fora dessa ótima oportunidade de crescimento e benchmarking, não é mesmo?

As inscrições estão à todo vapor e os palestrantes já estão sendo anunciados. Acompanhe todas as novidades pelo facebook do evento e faça agora mesmo a sua inscrição!

Nos vemos no EMEJ 17 para comemorarmos juntos os ótimos resultados da sua empresa júnior, combinado?

 

Thaiza Gribel

Assessora de Conteúdo

Quer uma consultoria individual da FEJEMG para a sua empresa júnior?

O post de hoje é para você que não vê a hora da sua empresa júnior alcançar os tão sonhados resultados e sabe que, para baterem as metas, vocês precisam de um suporte focado nas suas necessidades. Afinal, cada EJ tem os seus desafios e pontos de melhoria a serem superados, não é mesmo?

Pensando em atender as EJs mineiras de maneira personalizada, a FEJEMG lança o segundo edital do M.O.V.E.. Já foram 49 empresas juniores participantes do programa e agora chegou a sua vez!

Como funciona o M.O.VE.?

O Assessor de Suporte elabora, junto com a empresa júnior, projetos de consultoria específicos, depois de muita conversa e interação entre ambas as partes. Assim, o programa foca em como a sua EJ pode alcançar resultados de maneira personalizada e direcionada.

Sabia que o tempo de duração do M.O.V.E. na EJ é dividido entre projetos de 5 ou 10 semanas? Confira tudo sobre o funcionamento do M.O.V.E. analisando as informações do edital aqui.

Qual EJ pode participar?

O programa é voltado para as empresas juniores federadas à FEJEMG dos clusters 1, 2 e 3 ou para as EJs recém-federadas.

O M.O.V.E. possui um processo de seleção que avalia critérios como motivação da empresa júnior, resultados e complexidade dos problemas a serem resolvidos. Para inscrever a sua EJ, você precisa preencher o formulário disponível aqui, até o dia 15 de agosto.

E para ajudar você a realizar a inscrição da sua EJ no M.O.V.E., com ainda mais motivação e segurança, trazemos alguns depoimentos de empresas juniores que participaram do programa:

Oportunidade muito grande de direcionamento e foco”

A Civil Jr. não hesitou em participar do M.O.V.E.: era a hora de aprimorar o processo de vendas para manter o objetivo voltado para resultados.
De acordo com o Diretor de Marketing da Civil Jr., Henrique Neves, e o Gerente de Projetos, Lucas de Melo Silva, os maiores desafios no programa giravam em torno do cumprimento de prazos para as etapas estruturadas.

Para sanar esse gap, o assessor responsável trabalhou forte no estímulo ao benchmarking. Com isso, houve uma abertura a métodos e experiências para formular o modelo de vendas da Civil.

“Na EJ, as áreas mais trabalhadas foram o gerenciamento de projetos e a prospecção de clientes. Os prazos de análise, elaboração de carta-proposta e gestão de equipes já são processos muito bem definidos, que garantiram o fechamento de mais cinco projetos após essa estruturação. Além disso, já obtivemos quatro clientes da prospecção ativa provenientes de visitas e ligações a frio, que estão no processo de negociação”, ressaltam Henrique e Lucas.

Os dois maiores aprendizados no M.O.V.E., de acordo com eles, foram que prazos e responsabilidades bem definidos garantem uma eficiência muito maior na negociação e que o mercado nunca é pequeno para uma empresa júnior, basta conhecê-lo melhor.                    

Foto: Civil Jr.

Foto: Civil Jr.

“Nos mobilizamos e abraçamos a ideia”

O Diretor de Marketing, Nícolas Fernandes, e a Vice-Presidente da Arq Jr., Eleonora Paoli, ressaltam que a EJ está empenhada em aumentar seu conhecimento em gestão, empreendedorismo e projetos e, com o aprendizado no M.O.V.E., muitos desafios têm surgido para a equipe e, ao mesmo tempo, muitos obstáculos estão sendo ultrapassados pela empresa.

“Quando soubemos do M.O.V.E. e da oportunidade de trabalharmos nossos pontos de urgência junto à FEJEMG, nos mobilizamos e abraçamos a ideia. Uma dupla de membros ficou responsável por repassar as tarefas, suas dificuldades e o conhecimento adquirido para os demais. Nosso assessor também esteve sempre presente para tirar nossas dúvidas e fornecer o auxílio necessário em cada uma das etapas”, completam.

Os tópicos desenvolvidos pela Arq Jr. no M.O.V.E. foram precificação e pesquisa de mercado. Nícolas e Eleonora falam que o primeiro tema os ajudou a avaliar a forma como os serviços de arquitetura podem ser cobrados a fim de não desvalorizar os colegas de mercado e, ao mesmo tempo, oferecer um preço acessível e democrático para os clientes.

Já as discussões sobre a pesquisa de mercado os fez conhecer o perfil daqueles que desejam impactar e as formas para fazer isto. “Ambos são de extrema importância para o futuro da empresa, dos nossos clientes e dos novos membros”, completam.  

Inclusive, o pessoal da Arq Jr. quer compartilhar com toda a rede o aprendizado no M.O.V.E.: “Ao final do programa desenvolvemos um manual para que este conhecimento esteja sempre disponível para todos da empresa, e ficaríamos muito felizes de poder compartilhá-lo com o restante da rede para que possa ser útil a outras parceiras do movimento”, finaliza Nícolas.             

Foto: Arq Jr.

“Maré calma nunca fez bom marinheiro”

A Diretora de Marketing da CECCO, Clarice Silva Ramos Miguel, lembra que no início da gestão 2016/2017 os membros perceberam que a EJ estava com algumas dificuldades para definir processos, principalmente nas diretorias de projetos e marketing que vinham de cargos em vacância.

Mais do que isso, havia uma certa dificuldade para corrigir esses problemas. “Foi aí que ficamos sabendo do M.O.V.E. e vimos que seria uma ótima oportunidade para melhorar e orientar esses pontos falhos”, cita Clarice.

“Muitas vezes  contamos com a ajuda de professores e do nosso assessor da FEJEMG para ir em frente. Não é fácil corrigir problemas que há tempos vinham sendo deixados de lado, mas a equipe CECCO estava empolgada com o programa e foi uma cooperação de todos os membros para conseguirmos atingir cada etapa do processo”, se orgulha a diretora.

Clarice compartilha que participar do M.O.V.E. impactou muito a empresa e os seus membros. Com uma definição melhor dos processos das diretorias e da execução de nossos projetos, temos uma confiança maior em realizá-los e vemos uma satisfação dos clientes, que além de voltarem a nos procurar, também nos indicam para amigos”.

Com a participação no M.O.V.E. a CECCO percebeu que não há barreiras que não podem ser superadas com trabalho em equipe e força de vontade “e que às vezes temos que nos arriscar, mesmo com medo para atingir resultados melhores”, completa.       

Quer uma consultoria individual da FEJEMG para a sua empresa júnior?

Então você já sabe: as inscrições para o M.O.V.E. vão até o dia 15 de agosto! Venha com a FEJEMG!

 

Thaiza Gribel

Assessora de Conteúdo

Cogestão na empresa júnior: chega de passar pelo mesmo problema

Com tantos jovens sendo impactados pelo Movimento Empresa Júnior em todo o país, sabemos que a rotatividade nas empresas juniores é comum. E quando chega o momento de se desligar da EJ, os membros têm a missão de passar para os novos integrantes do time todo o conhecimento adquirido para o trabalho continuar cada vez melhor. E é aí que entra a importância da cogestão na empresa júnior ser eficiente e rápida.

E por que em muitas empresas seniores, assim como no MEJ, o processo de cogestão ainda está longe de ser o ideal? São inúmeros os pedidos de benchmarking em toda a rede sobre o assunto e, novamente, falta informação para ser passada adiante.

Emoção e responsabilidade em cheque

A psicóloga e especialista em gestão de pessoas, Flavia Gouvêa, lembra que infelizmente é natural que muitos não consigam separar o trabalho das emoções pessoais. Por isso, algumas pessoas se sentem “substituídas” na hora de passar o cargo e isso também influencia na cogestão na empresa júnior.

“Todo desligamento implica em uma perda, fica sempre a sensação de fim, onde quem passa a função tem o sentimento de estar entregando de ‘mão beijada’ tudo que já possa ter feito até agora. A dificuldade vem, na maioria das vezes, por se tratar de um encerramento, de uma perda”, completa Flavia.

Aliado a um emocional instável, existem inúmeros casos em que a falta de comprometimento do membro mais antigo faz com que ele se preocupe mais com seus novos projetos do que com o cargo anterior.

O Diretor de Projetos da UCJ, Rodrigo Sabila, acredita que o desestímulo dos membros seja um fator prejudicial, visto que para uma cogestão na empresa júnior ser efetiva, as pessoas devem estar dispostas a compartilhar conhecimento para trabalhar junto e gerar resultado. “Além disso, a falta de uma boa gestão do conhecimento aliada à falta de processos estruturados de cogestão/transição torna a EJ dependente da boa vontade de pessoas, gerando um processo que não é perene”, acrescenta Saliba.

Cogestão na empresa júnior 3Empresa júnior e membro saem perdendo

Se os novos membros não têm uma cogestão eficiente, todo o funcionamento da EJ fica afetado em níveis inimagináveis. Com o membro desligado, vai embora a cultura de relacionamento com a rede, a visão estratégica dos processos, o conhecimento das buyers personas, o bom atendimento ao cliente, a consolidação das parcerias…. Enfim, todas as boas práticas que tantas outras gestões conquistaram depois de muita luta e superação dos desafios. Até porque, o registro dessas informações também é um grande problema em muitas empresas juniores.

Mas se engana quem pensa que essa grande falha de comunicação interfere apenas no funcionamento da EJ. “A imagem profissional é responsabilidade de cada um construir e destruir também. Levamos tempo para construir uma imagem profissional de credibilidade e agindo de maneira negativa e sem controle emocional, esses membros acabam colocando tudo em risco”, ressalta Flavia.

Case de Sucesso: conheça as boas práticas de cogestão da UCJ

Rodrigo aponta que a cogestão na UCJ acontece pela fase de organograma e de transição. Saiba como funciona essa estratégia:

  • Cogestão do organograma: acontece na Presidência e na Diretoria de Projetos. Nesse modelo, a cogestão ocorre diretamente, pois uma pessoa mais experiente faz a gestão junto ao novo ingressante no cargo, ao mesmo tempo que executam processos e iniciativas, por exemplo.
  • Cogestão de transição: é feita nas demais diretorias e nos cargos de gerência. Ela tem o objetivo de transmitir informações sobre o cargo e principalmente disseminar conhecimento tácito acerca das funções e rotina. Assim, o período de cogestão/transição é curto e geralmente dura do final da gestão do gerente/diretor antigo até o início da nova gestão.        

“Um bom exemplo de transição é o que ocorre na célula de projetos: de 3 em 3 meses possuímos processo seletivo de projetos, no qual são selecionados os novos gerentes da célula. Após serem aprovados, os novos gerentes se tornam ‘sombras’ dos gerentes antigos para aprenderem melhor a rotina. Os tópicos que deverão ser ensinados aos novatos são informados pela diretoria, que cobra, ao final da transição, se todos os assuntos foram abordados”, ressalta Saliba.

Cogestão na empresa júnior 2Como estimular uma eficaz cogestão na empresa júnior

Se os membros ainda não enxergam a importância da cogestão, é preciso incentivar. Para esse estímulo constante, Flavia dá algumas dicas que valem tanto para empresas seniores quanto para as EJs:

  • A valorização dos membros e a tudo que já fizeram pela empresa deve ser sempre reforçada. Seria como reafirmar uma mensagem de “deixe sua marca”, “você faz parte dessa história”;
  • Mantenha sempre um programa de ações previamente definido junto a quem está saindo para que o conhecimento e as melhores práticas sejam repassadas;
  • Estruture um cronograma em que quem sai assume o compromisso de passar as informações para quem está chegando em tempo hábil;
  • Quem sai pode deixar sua impressão de pontos negativos e positivos sobre a empresa, através da ferramenta de entrevista de desligamento. Essa entrevista tem o objetivo de valorizar a voz da pessoa desligada, que deixa sugestões que irão agregar ao crescimento da empresa.
  • E outra possibilidade é que, após a finalização desse cronograma, a pessoa que estiver saindo possa deixar no mural da empresa suas últimas atividades a serem retomadas.

Esperamos que esse post tenha trazido vários insights para você melhorar o processo de cogestão na empresa júnior que você atua!

Tem alguma boa prática para compartilhar com a rede? Deixe seu depoimento nos comentários.

 

Thaiza Gribel

Assessora de Conteúdo

MaréCast: podcast da FEJEMG aborda como vender sendo um empresário júnior

Cada vez mais, empresas produzem e divulgam conteúdos por meio de podcasts, e a FEJEMG não poderia ficar de fora dessa tendência! A última edição do Marécast trouxe informação para os empresários juniores sobre um tema cada vez mais necessário para crescer em rede: vendas!

Convidamos o pós-júnior e atual Head of Sales da Outbound Marketing, Arthur Viana, para compartilhar sua experiência com negociação e vendas e dar dicas e orientações sobre o setor comercial para as empresas juniores. Afinal, já passou da hora de você encontrar um conteúdo sobre vendas que expresse os desafios e peculiaridades enfrentados pelas EJs, não é mesmo?

OUÇA AGORA O MARÉCAST

Nesse Marécast você encontra…

  •        Detalhes da trajetória profissional do Arthur para você se inspirar
  •        Os medos e desafios para o MEJ vender e como superá-los
  •        Quais são os principais bloqueios durante o processo de vendas
  •        A técnica e a experiência superam a lábia?
  •        Dicas para a execução de uma boa venda
  •        O que não pode acontecer durante o processo de venda

Empresários juniores no setor de vendas: o que melhorar?

Arthur também já escreveu sobre vendas no Movimento Empresa Júnior e sabe muito bem como é difícil para as empresas juniores terem sucesso na hora de fechar um negócio, pois vivenciou esse processo de crescimento na Mult Jr, de Belo Horizonte.

Um dos destaques do MaréCast é quando o Head of Sales ressalta que os empresários juniores precisam ser cada vez mais firmes ao transparecerem o potencial e excelência do projeto negociado com o cliente.

“É difícil para alguns empresários juniores ditarem o ritmo da negociação. Mas a dica é não ter medo de ouvir um não. Para você, como vendedor, a pior coisa é ouvir um ‘talvez’: ou você comemora o ‘sim’ de um projeto, ou recebe o ‘não’ e segue para outro projeto”, aborda Arthur na entrevista para o MaréCast.

Quer saber mais sobre o assunto? Ouça agora o nosso podcast!

MaréCast em constante evolução

E se você já tem a cultura do MEJ internalizada, sabe o quão importante para nós é o seu feedback! Por isso, elaboramos uma Pesquisa de Satisfação sobre esse mais novo produto lançado pela FEJEMG: gostaríamos de saber o que você achou dessa edição, além de contar para a gente sobre o que gostaria de ouvir no próximo MaréCast!

Qual a dificuldade da sua EJ?

Responda a Pesquisa de Satisfação do MaréCast e nos ajude a desenvolver conteúdos cada vez mais interessantes para você e sua empresa júnior. A resposta dura menos de um minuto!

Até semana que vem!

Thaiza Gribel

Assessora de Conteúdo

Empresa júnior participar de licitação: pode ou não pode?

Os governos Federal, Estadual e Municipal constantemente realizam processos de licitação para as empresas competirem por uma compra ou prestação de serviço, relacionados às unidades de administração pública. E será que é possível uma empresa júnior participar de licitação e concorrer com empresas seniores?

Como o processo de licitação funciona

O processo licitatório é um procedimento da administração pública para a escolha e contratação de uma empresa apta a executar diversos serviços e também abrange a compra de produtos. É um processo que segue alguns princípios e modalidades específicas, com leis e regimentos próprios.

Afinal, é possível uma empresa júnior participar de licitação?

O gerente de Projetos da Colucci, Guilherme Lima, da empresa júnior de Direito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), estuda o envolvimento das EJs em processos de concorrências como essas e destaca que o tema ainda precisa de maiores esclarecimentos jurídicos pois não existe, legalmente, uma proibição ou estímulo para empresa júnior participar de licitação.

“Cumprindo com as exigências do edital, num primeiro momento é válida a participação de empresas juniores em licitações, uma vez que não existe um impeditivo legal. Contudo, é importante ressaltar que a questão ainda é muito nova e não possui uma regulamentação própria. Ou seja, não há previsão normativa explícita sobre a matéria”, completa Guilherme.

Ele ressalta que o momento é ideal para fomentar a discussão em toda a rede sobre as possibilidades de atuação das EJs e, com isso, trazer os empresários juniores para o debate, a fim de levantar a viabilidade da empresa júnior participar de licitação com todos os seus trâmites legais muito claros e também de prestar consultoria para clientes que buscam informação sobre esse segmento. 

A João Pinheiro Jr, EJ de Belo Horizonte especializada em Administração Pública, é um exemplo de que empresa júnior participar de licitação e de dispensa de licitações pode se tornar um case de sucesso. Eles também atuam com uma consultoria na área, fornecendo um suporte tanto para empresas seniores quanto juniores que precisam de orientações sobre o funcionamento dos processos licitatórios.

Membros da João Pinheiro Júnior compartilham com a rede os benefícios e cuidados para uma empresa júnior participar de licitação

Membros da João Pinheiro Júnior compartilham com a rede os benefícios e cuidados para uma empresa júnior participar de licitação

“Entramos no processo de licitação bastante empolgados, principalmente na diretoria. Ficamos motivados porque temos uma chance bem grande de vencer a concorrência pelo preço, visto que somos caracterizados como uma Organização Sem Fins Lucrativos (ONG). Além disso, conseguimos aliar a qualidade do serviço à valores de mercado muitas vezes competitivos e atrativos”, destaca o presidente da João Pinheiro Júnior, Luiz Fernando Prado.

Os desafios para uma empresa júnior participar de licitação

Inicialmente, é preciso cautela para prover maior segurança para a EJ. Empresa júnior participar de licitação, nesse trâmite governamental, demanda ainda mais responsabilidade para os membros. As implicações legais do não cumprimento de qualquer etapa dessa prestação de serviço são seríssimas, como multas e sanções previstas em cada edital.

Além disso, é preciso avaliar por exemplo, a longevidade do projeto, o número de membros e disponibilidade da equipe e a transparência e organização para a prestação de contas e entregas dentro do prazo.

“Todos na EJ devem estar cientes em relação ao conteúdo do edital, analisando se a empresa júnior consegue cumprir plenamente todas as especificações exigidas e, posteriormente, devem passar para um momento de reflexão: temos ciência das implicações em participar de um certame licitatório?”, conclui Guilherme.

O que fala o Código de Ética da Brasil Júnior

No artigo 19 do Código de Ética do Movimento Empresa Júnior, elaborado pela Brasil Júnior em 2015, a Confederação destaca sobre empresa júnior participar de licitação em dois parágrafos específicos:

  • 1º Caso a Empresa Júnior, Federação ou Confederação participe de processos licitatórios ou dispensas e inexigibilidades de licitação, deverá ter amplo controle a fim de evitar fraudes e benefícios pessoais.
  • 2° No tocante a licitações e contratos com o Poder Público é vedado: a) frustrar ou fraudar, mediante ajuste, combinação ou qualquer outro expediente, o caráter competitivo de procedimento licitatório público; b) impedir, perturbar ou fraudar a realização de qualquer ato de procedimento licitatório público; c) afastar ou procurar afastar licitante, por meio de fraude ou oferecimento de vantagem de qualquer tipo; d) fraudar licitação pública ou contrato dela decorrente; e) criar, de modo fraudulento ou irregular, pessoa jurídica para participar de licitação pública ou celebrar contrato administrativo; f) obter vantagem ou benefício indevido, de modo fraudulento, de modificações ou prorrogações de contratos celebrados com a administração pública, sem autorização em lei, no ato convocatório da licitação pública ou nos respectivos instrumentos contratuais; ou g) manipular ou fraudar o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos celebrados com a administração pública;

Primeiros passos para uma empresa júnior participar de licitação

Na João Pinheiro Jr, a diretoria segue alguns procedimentos para a participação em uma licitação. A sua empresa júnior quer conhecer um pouco mais de como esse processo funciona? Veja abaixo alguns direcionamentos principais:

  • Para a sua empresa júnior participar de licitação, os membros da João Pinheiro primeiramente olham todos os requisitos do edital, principalmente se ele está direcionado apenas para Micro e Pequenas empresas, o que não configura o perfil da empresa júnior. “Só podemos participar de licitações com concorrência aberta, aberto para todas as empresas”, esclarece Luiz Fernando.
  • Depois dessa primeira análise, eles seguem para os requisitos do produto: se possuem a capacitação técnica para a execução e se conseguem cumprir com todas as especificadas do serviço, como acontece com a exigência no projeto da atuação de profissionais já graduados.
  • “A partir daí, elaboramos uma proposta técnica muito bem feita, abarcando todo e qualquer descrição do edital para não sermos desclassificados. Nos preocupamos muito em termos termos todos os documentos em dia, com atestado de capacidade técnica e com um preço compatível, visto que a grande maioria das licitações do Estado são de menor preço”, completa Luiz Fernando.

Movimento Empresa Júnior conquistando cada vez mais o mercado

A expansão da nossa rede não só em Minas Gerais, mas em todo o país, faz com que novas possibilidades de atuação em diferentes esferas sejam cada dia mais acessíveis, como é o caso no desempenho perante órgãos públicos através da empresa júnior participar de licitação, por exemplo. 

“O crescimento do Movimento faz com que o interesse de empresa júnior participar de licitação seja um processo natural, visto que (elas) estão cada vez mais estruturadas, capazes de oferecer serviços com excelência, em  paridade aos realizados por empresas seniores”, ressalta Guilherme. Ele espera que esse movimento, que começa com as empresas juniores maiores, consiga mostrar novos caminhos e possibilidades para o MEJ, visto que é uma área de atuação muito interessante para as EJs.

É hora de crescer em rede!

Participar de um processo de licitação não é um assunto pouco debatido apenas dentro do Movimento Empresa Júnior, mas também em grande parte das empresas no Brasil, como lembra Luiz Fernando. Muito porque existe uma minoria de organizações que rotineiramente está participando de licitações e já estão acostumadas com esse tipo de serviço pela parte técnica e habilitação financeira.

“Empresas de porte menor, em geral, ainda não estão totalmente preparadas para esse processo, principalmente pela burocracia dos documentos, falta de informação e tempo de preparação”, conclui o presidente da João Pinheiro Jr.  

“Empresas de porte menor, em geral, ainda não estão totalmente preparadas para esse processo, principalmente pela burocracia dos documentos, falta de informação e tempo de preparação”, conclui o presidente da João Pinheiro Jr.

Aposto que se você já se interessou pelo processo de licitação para sua EJ, algumas perguntas já passaram pela sua cabeça. Quais serviços podem ser prestados pela minha empresa júnior em uma licitação? Por onde começar a pesquisar? Temos todo o conhecimento técnico? Será que o meu preço é interessante? Tenho membros suficientes para trabalhar no projeto? Como vamos dividir o tempo entre a equipe?

Acredite: muitas empresas seniores também encontram as mesmas dificuldades!

As respostas para todas essas questões estão no desenvolvimento contínuo e no compartilhamento do conhecimento entre as empresas juniores. Afinal, para ser Gigante, Ser Inteiro! Venha fazer parte desse debate e contribuir para o crescimento da rede dando a sua contribuição sobre o tema!

Thaiza Gribel

Assessora de Conteúdo

Case de Sucesso: primeiras EJs mineiras de Alto Crescimento do ano contam suas histórias

Qual é a chave para o sucesso? Muitos empresários juniores se perguntam qual o caminho certo a se seguir para elevar a sua EJ ao mais alto dos patamares. Sem dúvidas, todo empresário quer atingir grandes resultados, ser referência e impactar, positivamente, o seu local de atuação.

Falando em grandes resultados, algumas empresas juniores do nosso estado estão realizando um excelente trabalho. Em menos de seis meses, elas já bateram suas metas de faturamento e números de projetos, ganhando o título de Alto Crescimento. Entretanto, para alcançar os tão almejados objetivos, manter o foco e a sinergia entre os membros foi imprescindível.

Você deve estar imaginando qual é a trajetória dessas empresas e quais foram as ações e decisões definitivas para tal resultado. Por isso, no post de hoje, você confere os caminhos traçados pelas três primeiras EJs federadas à FEJEMG que se tornaram Alto Crescimento.

Farmácia Jr.  

A história da Farmácia Jr. começa com a visita da Brasil Júnior, realizada em maio de 2016. A diretora-presidente da empresa, Ana Luísa Andrade Leite, conta que a BJ compareceu à sede da Farmácia Jr. para acompanhar o andamento da empresa. Ao final da reunião, os membros já identificaram problemas que deveriam ser ajustados para alavancar a produção da EJ. Um dos principais empecilhos colocados foi a estrutura interna da empresa. Havia muitos diretores para poucos integrantes. Agendar uma reunião, por exemplo, era algo difícil para os membros da Farmácia Jr.

Com as primeiras adversidades identificadas, alguns membros já demonstravam interesse em mudar a história. Porém, a grande vontade de “fazer diferente” vinha dos trainees, uma vez que os membros antigos já haviam passado por grandes problemas e estavam um pouco receosos.

Entretanto, foi em outubro de 2016 que a Farmácia Jr começou a dar seus primeiros sinais de mudança. Com o intuito de debater e buscar as raízes dos problemas internos, várias imersões foram realizadas. Segundo Ana Luísa, os encontros foram muito produtivos, contando com a participação quase unânime dos membros. Durante as reuniões, os integrantes fizeram um levantamento de todos os processos internos ligados à produção de projetos. A partir daí, foi tomada a primeira decisão. Todos os processos que não apresentavam eficácia e não contribuíam para a otimização das atividades foram excluídos.

Então, os membros mudaram o foco e começaram a estruturar a prospecção ativa. Inicialmente, buscavam por clientes do modo que podiam, respeitando as limitações do momento.

O engajamento com a Rede também foi indispensável. Ao comparecerem à Reunião Presencial de Uberlândia, em outubro de 2016, os integrantes levaram outro choque de realidade! Perceberam que várias empresas juniores estavam muito à frente, crescendo de modo constante. Ao retornarem, todos questionaram o que realmente estava acontecendo; o que precisava ser reestruturado de modo imediato.

No mês seguinte, em novembro de 2016, a Farmácia Jr. esteve presente na RP de Lavras. Este foi outro momento impactante para a equipe. Ana Luísa relembra que um dos conteúdos apresentados em Lavras foi “Como atingir as metas de 1 ano em apenas 6 meses”. Parece que aquela RP e o conteúdo foi feito para nós”, enfatiza a diretora-presidente.

Foi exatamente este o momento de virada da Farmácia Jr. Logo em seguida, os membros decidiram entrar em contato com clientes antigos, buscar novas propostas, além de realizar novas imersões para reestruturar a empresa. O resultado foi certeiro! No primeiro trimestre deste ano, a Farmácia Jr. fechou um projeto avaliado em R$ 10 mil e se tornou Alto Crescimento.

Case de Sucesso: primeiras EJs mineiras de Alto Crescimento do ano contam suas histórias

UP Consultoria Jr.

Os passos iniciais definitivos para o sucesso da UP Consultoria Jr. foram dados ainda no ano de 2016. Até setembro do ano passado, a UP havia fechado três projetos e vinha enfrentando algumas barreiras que estavam impedindo o crescimento da empresa. O diretor-presidente, Samuel Vasconcelos, conta que um dia antes da Reunião Presencial de Itabira, que ocorreu no mesmo mês, a empresa recebeu a visita da antiga presidência do conselho da FEJEMG. E aquela visita foi um choque para a toda a equipe, já que todos perceberam que os resultados apresentados não estavam muito satisfatórios e poderiam ser maiores.

Durante essa mesma reunião, algumas alteraçõe já foram propostas para a UP. Dentre elas, a mudança de postura dos membros e do organograma da empresa. Isso porque, ao levantar os problemas da EJ, eles perceberam que a Diretoria de Qualidade estava provocando grande desmotivação aos empresários juniores. Umas das maiores modificações foi retirar a Diretoria de Qualidade e distribuir suas funções entre a Diretoria Vice-Presidência e Diretoria do Administrativo-Financeiro.

Essas primeiras atitudes já trouxeram grandes  e boas notícias. Em pouco tempo, a UP conseguiu novas consultorias, fechando o ano com 5 projetos.

Tudo estava caminhando bem, entretanto, no início deste ano, a empresa passou por novos empecilhos. Com a eleição já concluída, diretores eleitos e nova gestão formada, o ex-diretor de projetos solicitou desligamento da empresa. Vasconcelos reabriu o edital, todavia não houve manifestações de interesse. Então, seguindo as regras do estatuto, o diretor-presidente assumiu, ainda, a Diretoria de Projetos.

Samuel conta que, mesmo não sendo uma tarefa fácil, tudo foi se adequando aos poucos, já que os membros abraçaram o desafio e ofereceram todo o suporte necessário. Isso fez com que as responsabilidades fossem compartilhadas, otimizando os processos.

Em seguida, a EJ também realizou imersão com o intuito de debater questões internas, promover conexão entres os membros e proporcionar momentos de autoconhecimento. Assim, a equipe se tornou mais engajada, determinada e se alinhou mais aos propósitos do Planejamento Estratégico.

O forte investimento nas capacitações foi indispensável. Foi constatado que as habilidades de venda dos membros estavam pouco desenvolvidas e precisavam ser trabalhadas. Portanto, foram propostos novos treinamentos, além da organização de dinâmicas. A equipe teve a ideia de simular negociações de vendas com pós-juniores, o que foi um momento de grande produtividade para os empresários.

Para completar as ações que direcionaram a UP ao sucesso, os valores da empresa foram modificados e dois novos foram inseridos: sinergia e coragem. Além disso, um quadro com as metas ansiadas pela equipe foi colocada na parede. Resultado final: equipe engajada, comprometida e sete projetos fechados em menos de um semestre! Mais uma empresa de Alto Crescimento.

Case de Sucesso: primeiras EJs mineiras de Alto Crescimento do ano contam suas histórias

Comp Jr.

A história de sucesso da Comp Jr. iniciou-se no ano de 2015. A diretora-presidente, Natacha Carvalho Leite, conta que, até então, a empresa não tinha muito contato com a FEJEMG. Era um período um pouco mais complicado. A empresa fechava apenas projetos internos para a universidade – a maioria eram parcerias e sem retorno financeiro.

Acrescenta-se ainda que a EJ não estava bem estruturada, não havendo um Planejamento Estratégico consolidado, nem metas de projetos, nem financeiras. Ou seja, a Comp Jr. ainda não contava com um norte sólido.

A mudança de mindset veio após a Reunião Presencial da FEJEMG, realizada em Viçosa, em agosto de 2016. Ao ter esse contato mais íntimo com a Rede, os membros da Comp Jr. voltaram com uma visão completamente diferente. A partir daí, os integrantes passaram a enxergar o Movimento Empresa Júnior com outros olhos, compreenderam, de fato, o propósito do movimento como um todo, além do que era a Federação Mineira de Empresas Juniores.

Toda a equipe se uniu e decidiu tomar novas decisões e dar novos passos. O primeiro deles, foi tentar participar do Programa Novos Juniores, para tentarem se reestruturar e chegarem melhor preparados no Processo Único de Federação (PUF) – programa para se federar à FEJEMG. Entretanto, a notícia que receberam foi que a empresa já não se encaixava mais no Novos Juniores, devendo seguir diretamente para o PUF.

E assim foi feito! Inscreveram-se no PUF e trabalharam constantemente durante três meses. Nesse período, construíram o Planejamento Estratégico, estruturaram os processos internos, bem como consolidaram o portfólio. Todo o esforço valeu a pena. A Comp Jr. se federou e ingressou na Maré Vermelha.

Assim, toda a equipe abraçou o MEJ por inteiro. Passaram a rever seus objetivos e a sonhar mais alto. No fechamento do Planejamento Estratégico, uma nova meta: “até 2018, vamos fechar 10 projetos e alcançar R$ 12 mil”.

A vontade era gigante, porém, durante o PUF, a empresa detectou uma falha nos processos de negociação. Perceberam que tinham mercado e amplas possibilidades, mas não conseguiam fechar projetos. Descobriram, ainda, que deveriam reavaliar a precificação, pois os valores dos projetos estavam muito abaixo do adequado.

A solução foi investir em cursos de vendas. Promoveram vários treinamentos e trouxeram novas técnicas. Com isto, veio a grande conquista! Em 2016, a Comp Jr. fechou 4 projetos. Já neste ano, em menos de seis meses, já fecharam 7 projetos e conquistaram o título de Alto Crescimento.

Case de Sucesso: primeiras EJs mineiras de Alto Crescimento do ano contam suas histórias

E aí, o que você achou das atitudes tomadas pelas três primeiras empresas juniores a se tornaram Alto Crescimento? A sua EJ ainda pode atingir grandes resultados. Leve para a sua equipe as propostas colocadas pelas empresas acima, adeque a sua realidade e, em breve, você também pode estar no Blog da Maré!

Leonardo Duque

Assessor de Conteúdo

Como fazer um Planejamento Financeiro em apenas três passos?

Que toda empresa júnior quer ver o seu caixa fluir bem, isso é fato! Entretanto, para isso é necessário planejamento e organização. A sua EJ possui um planejamento financeiro verdadeiramente efetivo? Esse é o primeiro passo para que a sua equipe evite complicações futuras e fique sempre no verde.

Muitos empresários juniores ficam apreensivos ao falar sobre planejamento financeiro e julgam ser uma tarefa bastante complexa. Mas, se ele for feito por fases e com antecedência, certamente você irá realizá-lo de modo muito mais prático. No post de hoje, você confere como construir um bom planejamento financeiro em 3 passos. Antes, vamos compreender quais são suas principais funções e qual ferramenta podemos utilizar para estruturar as informações.

Para que serve um planejamento financeiro?

O planejamento financeiro visa analisar a situação financeira da sua empresa. Ou seja, por meio dele, você poderá acompanhar, diariamente, tudo aquilo que envolve o caixa da sua EJ. A partir dos seus registros, você também será capaz de realizar previsões e projeções para que os gastos não saiam do controle, evitando uma crise financeira. Caso algo não esteja bem, você terá tempo hábil para traçar um plano de ação e salvar a sua empresa.

Qual ferramenta posso utilizar?

Mais simples do que muitos imaginam, uma planilha no Excel já soluciona a questão. O Excel disponibiliza todas as funções necessárias para a construção de um planejamento financeiro. Além disso, a ferramenta apresenta um bom layout para a disposição e análise dos dados. Por meio dele, é possível criar desde as tabelas mais simples, até as mais complexas, com botões interativos e design diferenciado. Seguindo os 3 passos abaixo, é interessante que você crie uma aba para cada passo. Assim, você terá um planejamento financeiro bem completo.     

Como fazer um Planejamento Financeiro em apenas três passos? Passo 1: faça uma projeção da receita

Iniciando o seu planejamento financeiro, estude qual o montante – quantidade de dinheiro que uma pessoa física ou jurídica possui – que sua empresa pretende receber a cada mês. Isso te ajudará a analisar a disponibilidade financeira durante a gestão, e prever a situação que sua EJ estará mensalmente. Veja algumas receitas que são interessantes para observação:

  • Receita por projetos: insira na tabela o valor que a empresa pretende receber em projetos a cada mês. Certamente, você ainda não saberá quais projetos vão rodar durante a gestão. Todavia, utilize o último semestre ou ano como base, assim será possível fazer, pelo menos, uma previsão.
  • Receita por projetos inadimplentes: ao iniciar a gestão, caso sua empresa ainda esteja recebendo o pagamento de projetos, insira o quanto vai receber. Suponhamos que ainda tenham dois projetos em andamento e que ambos vão pagar a última parcela no mês de fevereiro. Então, junto à projeção do mês de fevereiro, insira o montante a receber desses dois projetos.
  • Receita por eventos: muitas empresas juniores promovem feiras ou semana de minicursos. Caso sua EJ realize algum evento que receba um retorno financeiro, insira também o valor médio pretendido.    

Se sua empresa tiver outra fonte de receita, lembre-se de acrescentá-la na tabela. Ao final, é importante fazer a soma da receita esperada para a gestão. Para realizar o cálculo, basta somar a receita projetada para cada mês. Suponhamos que a gestão seja de seis meses, então, soma-se:

Mês 1 + Mês 2 + Mês 3 + Mês 4 + Mês 5 + Mês 6

Como fazer um Planejamento Financeiro em apenas três passos?Passo 2: faça o planejamento de gastos

Neste momento, você irá coletar dentro de cada diretoria/célula, todos os gastos previstos para aquela gestão. Peça aos diretores para fazerem um levantamento de tudo aquilo que eles precisarão gastar. Assim feito, você terá uma visão global de quanto os diretores vão demandar durante o período analisado. Após a coleta de gastos, insira-os em uma aba da planilha e, preferencialmente, separe-os em: custos, despesas e investimentos. Mas, o que seria especificamente cada uma dessas categorias?

  • Custos:  são os gastos relativos à prestação de consultoria/serviços, como transporte para visita ao cliente, impressão de documentos, relatórios, etc.
  • Despesas: é o que a empresa gasta para manter o seu funcionamento, como internet, luz, tributos gerais, além dos gastos para conseguir receita (publicidade, negociação, dentre outros).
  • Investimentos: é tudo relacionado ao desenvolvimento dos membros e melhoria de infraestrutura, como capacitações, compra de equipamentos, softwares, melhoria do portfólio, etc.

Finalizada a classificação dos gastos, você irá realizar uma análise de cenário. Avalie tudo o que foi solicitado pelos diretores e analise o caixa da sua EJ. Feito isso, converse com o diretor de cada setor e explique quais são as verdadeiras condições da empresa. Caso não seja possível atender a todas as demandas, classifique os gastos por níveis de prioridade, exemplo:

1: Prioridade Alta

2: Prioridade Média

3: Prioridade Baixa

Se a situação financeira da sua empresa estiver bastante positiva, atenda às solicitações 1, 2 e 3. Caso contrário, gaste apenas com os pedidos de alta prioridade.

Passo 3: faça análise de fluxo de caixa

Durante toda a gestão, é imprescindível que você acompanhe a movimentação do caixa da sua empresa. Portanto, registre em uma aba todas as entradas e saídas de caixa. Calcule o superávit ou o déficit de cada mês. Assim, você terá uma visão geral de tudo o que ocorre, evitando o descontrole de gastos. Com essa análise, você prevenirá que sua EJ entre no vermelho.

Como fazer um Planejamento Financeiro em apenas três passos?E aí, viu como em apenas 3 passos é possível estruturar um bom planejamento financeiro? Agora que você já sabe por onde começar, dê início aos trabalho e mãos à obra!

Leonardo Duque

Assessor de Conteúdo  

RP de Uber e Geração 10X estimulam lideranças das empresas juniores a crescerem em rede

Se participar de uma Reunião Presencial da FEJEMG já é uma experiência marcante para os empresários juniores de toda Minas Gerais, a RP de abril vai ficar na história, com Uberlândia recebendo a Maré Vermelha no último fim de semana, dias 29 e 30 de abril. Isso porque a RP também trouxe na programação, para cerca de 500 empresários juniores, mais uma edição do Geração 10X, um evento voltado para promover o encontro e fomento das lideranças de todo o Movimento Empresa Júnior mineiro.

Confira a seguir o aftermovie da Reunião Presencial e do Geração 10X produzido pelo NEJ UFU:

O Geração 10X trouxe uma proposta diferente para essa Reunião Presencial. O foco do evento foi pautado no empoderamento dos participantes e na importância de se desenvolver um trabalho conectado em rede, para potencializar resultados em todos os âmbitos do Movimento e não apenas pautado no crescimento unicamente dos líderes, como destaca o diretor de eventos da FEJEMG, Pablo Andery. “Fizemos uma programação para lideranças a fim de discutir e fomentar o engajamento no MEJ, empoderamento e conexão entre os participantes”.

RP de Uber e Geração 10x estimulam lideranças das empresas juniores a crescerem em rede

Fotos: NEJ UFU

Os estímulos do Geração 10X, focados no trabalho em uma rede única de colaboração, foram respondidos rapidamente pelos empresários juniores dentro do próprio evento. Um exemplo dessa sinergia aconteceu na rodada de conversas com as EJs participantes do P.U.F., durante a reunião do Conselho Multiplicador na RP: “Foi um momento muito rico de troca de experiências entre empresas federadas e não federadas, todas compartilhando conhecimento e fazendo benchs em prol de um desenvolvimento colaborativo e sentimento de unidade”.

RP de Uber e Geração 10x estimulam lideranças das empresas juniores a crescerem em rede

Fotos: NEJ UFU

Não pode comparecer ao evento? Confira como foram as palestras da RP de Uber com a programação da Geração 10X:

  • Vitor Feitosa, Diretor de Formação Empreendedora da Brasil Júnior – Discutiu sobre sua experiência como líder e a liderança no MEJ como um todo, ao trazer para a discussão Cases de Sucesso
  • Iago Maciel, Diretor Presidente da FEJEPE – Sua palestra foi baseada na troca de experiências como líder, ao abordar o tema “Como cheguei aqui” e também discutiu “Locus Interno x Locus Externo”
  • Letícia Cardoso, Consultora da Falconi – Discutiu sobre o tema “Resolução de problemas”
  • Paulo Rogério, Fundador da Plenitude Humana – Abordou com os participantes questões relacionadas à Inteligência Emocional
  • Luiz Gustavo Borges, CEO da Me Passa Aí – Trouxe insights sobre o tema “Gerindo equipes para resultados”
  • Diogo Seixas, co-fundador do Movimento Journey – ministrou um workshop baseado na sua experiência com lideranças e compartilhou esse conhecimento através de estímulos para os empresários juniores repensarem seus hábitos e rotina

Para quem ainda não se tornou um líder, o evento contou com uma programação voltada para a Formação Empreendedora. Além do conteúdo levantado pelos palestrantes, outros temas foram discutidos através do direcionamento dos líderes do time da FEJEMG. Houve momentos de reflexão sobre o valor de ser federado e quais são os próximos passos para as EJs que estão nesse processo de federação; uma dinâmica de fortalecimento da cultura empreendedora e discussões sobre as metas e objetivos das EJs.

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Fotos: NEJ UFU

Um dos momentos de maior destaque e interação entre os empresários juniores aconteceu em uma das dinâmicas que estimulou o debate através de um modelo de consultoria: os participantes foram divididos em grupos e se ajudaram ao discutirem os problemas das EJs. Assim, essa conexão resultou em dicas e orientações para possíveis soluções desses desafios.

“Muitos dos problemas que a sua EJ pode estar passando hoje, temos alguma empresa júnior em Minas que também passa por esses mesmos desafios, elas podem e devem se ajudar, como ocorreu na RP de Uberlândia”, completa Pablo.

RP de Uber e Geração 10x estimulam lideranças das empresas juniores a crescerem em rede

Fotos: NEJ UFU

E você, já colocou em prática o conhecimento compartilhado na RP de Uber e Geração 10X? Já tem empresário júnior compartilhando esse aprendizado na sua EJ?

O próximo encontro com a Maré Vermelha já está marcado: nos vemos em Ouro Preto dia 20 de maio!

Thaiza Gribel

Assessora de Conteúdo

Case de Sucesso: EJs do cluster 1, 2 e 3 compartilham como alcançaram metas de faturamento

Relacionamento com o mercado, engajamento dos membros e negociação com clientes. Esses são alguns dos muitos desafios enfrentados pelas empresas juniores que estão no cluster 1, 2 e 3. Nesta segunda matéria especial sobre as EJs mineiras que inspiram toda a rede a baterem meta, sete empresas juniores compartilham como superaram obstáculos para já atingirem, em três meses de gestão, 100% do faturamento planejado.

“Alcançar metas é um indicativo de que estamos formando melhores líderes e que as EJs estão vencendo os seus desafios. Isso significa formar pessoas capazes de inovar e fazer diferente. Ou seja, é empreender”, destaca a Diretora de Desenvolvimento da FEJEMG, Maria Clara Rubio.

As metas de faturamento alcançadas – baseadas no planejamento estratégico interno e vivências de cada EJ – tiveram valores diferentes entre si, com variações entre 900 reais e 29 mil.

Divisão em cluster e a troca de experiências 

As empresas de cluster 1, 2 e 3 foram agrupadas nesse modelo, a partir do ano passado, de acordo com a maturidade e com a similaridade dos principais problemas enfrentados na gestão e execução dos projetos.

Os maiores benefícios de existir a divisão do cluster, como destaca Maria Clara, está na maior clareza das prioridades da EJ, na facilidade para resolverem problemas em conjunto e na definição de metas mais reais a partir do cenário e necessidades mapeados tanto pela BJ quanto pela FEJEMG. Assim, planos de ação ainda mais efetivos são colocados em prática!

Ficou curioso para saber como essas EJs conseguiram bater a meta de faturamento ainda no primeiro trimestre do ano? Acompanhe o depoimento dos Presidentes da Agrobio, Code, Comp, Mosaico, Preserva, UFMG Informática e Farmácia Jr!

Foco em projetos e envolvimento com a rede

Para a Presidente da Farmácia Jr, Ana Luísa Andrade Leite, o maior contato com a rede incentivou os membros a executarem muito mais projetos. “Depois da visita da Brasil Júnior no ano passado e de termos mais membros participando das Reuniões Presenciais, a mentalidade de muitos de nós mudou. O conteúdo dos eventos da FEJEMG e o apoio através dos benchs ajudou a Farmácia a se reestruturar”, destaca a Presidente.

“A sinergia da equipe sempre nos influenciou a buscarmos mais clientes e nos envolvermos em mais projetos”. Ana Luísa, Farmácia Jr.

“A sinergia da equipe sempre nos influenciou a buscarmos mais clientes e nos envolvermos em mais projetos” – Ana Luísa, Farmácia Jr.

Na UFMG Informática Júnior, a Presidente Gabriela Alves aponta que, em conjunto com o M.O.V.E. (programa de suporte da FEJEMG), o sucesso dessa gestão foi alcançado através da reestruturação do organograma interno, definindo com mais clareza e eficiência as funções de cada cargo na EJ e eliminando postos gerenciais desnecessários. “Outro fator importante foi a revisão do nosso processo comercial, que possuía alguns gargalos e está em fase de teste e melhorias”, aponta Gabriela.

“Nosso maior foco foi e ainda está na execução de projetos” - Gabriela Alves, UFMG Informática

“Nosso maior foco foi e ainda está na execução de projetos” – Gabriela Alves, UFMG Informática

A Agrobio também bateu a meta de faturamento já no primeiro trimestre do ano e dedica esses números à força tarefa feita ainda em janeiro para alinharem na diretoria as funções principais a serem executadas a curto e longo prazo. Priorizaram as atividades que têm impacto direto em conversão de projetos e recolheram sugestões de todos os membros. “Interiorizamos nossos valores, reconhecemos nossa missão e definimos nossa visão para este ano. Com o orgulho e engajamento de todos, alinhamos nossos propósitos e demos início aos trabalhos”, lembra o Presidente da EJ, Emerson Igor.

“Esse brilho no olho de cada um dos membros foi o diferencial para conseguirmos os resultados"- Emerson Igor, Agrobio

“Esse brilho no olho de cada um dos membros foi o diferencial para conseguirmos os resultados”- Emerson Igor, Agrobio

Internalizar o planejamento estratégico de forma com que todos os membros compartilhassem das mesmas ideias foi a aposta da Mosaico desde o ano passado para a melhoria nos processos, como aponta a Presidente Isabella Sales. “Imersões, parcerias estratégicas e reuniões de brainstorms também foram essenciais para esse ganho de faturamento. Cada um dos membros foi responsável pelas metas da empresa, até porque todos estão envolvidos diretamente com projetos”.

“É imprescindível um planejamento a longo prazo que deixe a empresa alinhada em todas as suas ações” - Isabella Sales, Mosaico

“É imprescindível um planejamento a longo prazo que deixe a empresa alinhada em todas as suas ações” – Isabella Sales, Mosaico

A Presidente da Code, Ana Carolina Gonçalves, destaca que acreditar que a EJ poderia fazer mais foi a base para todas as ações que resultaram no aumento de faturamento neste primeiro trimestre: “Saber quais são os objetivos de cada diretoria e o que fazer para atingi-los nos norteou para revisarmos nosso modelo de negociação e precificação, por exemplo”.

“A empresa unida e motivada não só sabe onde chegar. Todos juntos vão além”, - Ana Carolina, Code

“A empresa unida e motivada não só sabe onde chegar. Todos juntos vão além” – Ana Carolina, Code

Os dois pilares que mais influenciaram na Preserva Jr para que a meta de faturamento fosse alcançada no primeiro trimestre do ano foram a estratégia alinhada à sinergia dos membros, como destaca o Presidente Matheus Flausino. “Houve um novo direcionamento na cultura organizacional com o foco em projetos. Além disso, os membros compreendem o que é ser empresário júnior e tem noção do seu valor e enorme oportunidade de estar na EJ”, destaca Matheus. 

“Sem dúvidas o interesse e amor contidos em todos os processos foram essenciais para esse resultado tão positivo” - Matheus, Preserva

“Sem dúvidas o interesse e amor contidos em todos os processos foram essenciais para esse resultado tão positivo” – Matheus, Preserva

A Presidente da Comp, Natacha Leite, ressalta que desde que a EJ alinhou seu planejamento estratégico e passou pelo processo único de federação, o objetivo foi de crescer mais de 50%. “No P.U.F. conseguimos enxergar os gaps da empresa e corremos atrás para superá-los. Buscamos cursos de vendas, direcionamos nosso público-alvo, aumentamos nossa carta de serviços e ajustamos nossos preços”, completa Natacha.

“A cada projeto fechado, toda a empresa sabia que era mais uma vitória e que estávamos mais perto da meta” - Natacha Leite, Comp

“A cada projeto fechado, toda a empresa sabia que era mais uma vitória e que estávamos mais perto da meta” – Natacha Leite, Comp

E você já sabe: com cada vez mais projetos e faturamento, conseguimos impactar as Micro e Pequenas Empresas e alavancarmos a economia brasileira!

Quer ver a sua EJ sendo um Case de Sucesso da próxima matéria do blog da FEJEMG sobre o faturamento da rede? Não deixe de compartilhar as dicas desse post com os amigos!

Thaiza Gribel

Assessora de Conteúdo